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Espalhando conteúdo pelo mundo

A alma da RDA é, e sempre foi, conteúdo. 

Claro que a gente oferece soluções completas: sites, revistas, newsletters, livros e qualquer outro formato onde seja preciso existir conteúdo. Porque isso é o que nos move. Essa é a nossa verdadeira razão de existir, isso é o que acreditamos. 

E julho começou, aqui na RDA, com uma notícia que nos deixou felizes. Agora, estamos oficialmente colaborando com o conteúdo do Portal SPTIC uma iniciativa do Sebrae de São Paulo para que as empresas de TI possam dialogar com o mercado. 

Agora, a RDA, por meio do convite da Vega Web, e em parceria com a IAE Brasil, vai ajudar esse diálogo a ser mais efetivo e eficaz. 

E, assim, continuamos caminhando, espalhando conteúdo pelo mundo!

 

 

 

A revista impressa tem futuro?

A pesquisa sobre ferramentas de content marketing que a Tracto Content Marketing divulgou recentemente tem muitos dados interessantes e fundamentais para quem trabalha com comunicação. A pesquisa ouviu 700 profissionais sobre plataformas como Youtube, Google, Flickr, Facebook, rádio, TV e outras mídias.

Um dos dados que mais me chamou a atenção foi o seguinte:

Revista impressa é vista na fase de queda e desilusão no Brasil, embora especialistas americanos, como Robert Rose e Joe Pulizzi, a considerem uma tática extremamente eficiente pela pouca concorrência no meio impresso.”

Com vinte anos de experiência em comunicação corporativa, posso dizer que, apesar do dado me chamar a atenção, ele não me causou surpresa. Já vi várias ferramentas irem e voltarem ao topo, de tempos em tempos, quase de maneira cíclica, dependendo do contexto político, econômico e social em que vivemos.

O Blog, por exemplo, quando surgiu, parecia ser a solução para a questão da interatividade, já que  permitia dar voz ao cliente, criando uma comunicação mais direta entre empresas e consumidores. Algum tempo depois, com o surgimento de ferramentas mais modernas e ágeis,  ele caiu no ostracismo. Recentemente ressurgiu, como uma ferramenta capaz de gerar movimento nos sites, de chamar o público para uma plataforma própria da empresa e para concentrar o conteúdo e o público em um único lugar (sem dispersá-los por plataformas como as redes sociais, que não pertencem às corporações e que sobre as quais estas não têm controle algum).

Mas, e as revistas?

Lá nos idos dos anos 90, antes de a internet tornar-se o que é hoje, as ferramentas de comunicação corporativa eram bastante limitadas. Havia o jornal mural, a revista, as newsletters, as campanhas internas e algumas variações sobre esses temas.

Durante minha trajetória profissional, tive a chance de participar de alguns projetos muito bem-sucedidos de comunicação. E, em todos eles, a revista impressa era uma peça chave para o sucesso da estratégia. Eu acredito que ela continue sendo, ainda hoje, a despeito das muitas possibilidades digitais que estão agora disponíveis.

Algumas das razões da eficiência da revista impressa, enquanto ferramenta de comunicação, estão relacionadas à sua natureza física, concreta – em oposição à impalpabilidade dos meios digitais.

Quando lemos uma revista impressa, nossa atenção está mais focada nessa atividade do que quando lemos algo em meio digital – neste caso, nossa atenção flutua, porque existem outros estímulos externos. O barulho do Whatsapp, a notificação do Facebook, o toque do telefone: tudo está na mesma plataforma, tudo se mistura; muitos estímulos competem para atrair a nossa atenção, que, afinal, é uma só. Ter foco e atenção é fundamental para que o conteúdo seja compreendido de maneira mais adequada e fixado com mais facilidade.

A revista impressa dá ao colaborador que nela aparece uma sensação de ter sido reconhecido de forma mais definitiva e perene do que em uma matéria em um site da empresa. Isso porque as matérias nos sites e intranets tornam-se obsoletas muito mais rapidamente que em uma revista de papel. A atualização é diária ou semanal, enquanto que, no caso da revista de papel, a próxima edição só chega no mês que vem, ou bimestralmente.

O colaborador pode ver-se na revista impressa, mostrar para a família que a empresa onde ele trabalha o reconheceu. Ele pode guardá-la em casa para mostrar para familiares, amigos e conhecidos. Isso fortalece a reputação da empresa e os laços que ela estabelece com seus colaboradores.

Dependendo do setor e do ramo de atividade da empresa, a revista impressa é fundamental. Na indústria, por exemplo, nem todos os trabalhadores têm acesso permanente a computadores. A eles, restam recursos como as revistas de papel para que eles se sintam parte daquela comunidade.

A sensação de pertencimento – essencial para trabalhadores de empresas com diversas filiais, presentes geograficamente em diversos lugares – é muito mais forte quando existe uma instância física de comunicação, papel que a revista impressa desempenha como poucas outras ferramentas.

Como aponta a conclusão da Tracto, agora que grande parte das corporações está voltada para os meios digitais, a revista impressa nada em um oceano mais azul, com muito menos concorrência do que antes. Pode ser a chance de uma estratégia de comunicação interna se destacar no mercado. Pode ser a oportunidade de uma empresa criar ou consolidar uma imagem e um diferencial perante o mercado. 

Histórias que as empresas contam

Histórias despertam paixões. Crianças e adultos ficam encantados com as mais diversas histórias ficcionais ou verdadeiras, impressas em páginas, mostradas no cinema, exibidas nas telenovelas, contadas em canções. Contar histórias talvez seja uma das formas mais eficazes de prender a atenção de um interlocutor.

Para que você entenda o que quero dizer, proponho que pense quantas vezes já se deparou com estatísticas sobre violência, inflação, escolaridade ou qualquer outro índice. Agora, pense que, quando alguém lhe conta uma história sobre uma pessoa para comprovar essa estatística (por exemplo, alguém que superou dificuldades para conseguir estudar), é muito mais fácil que depois você se lembre da história do que simplesmente dos números.

É por isso que histórias e narrativas são tão importantes para empresas. A história que uma empresa conta pode despertar a paixão de seus clientes, pode torná-los fãs, seja de um produto, um serviço ou um conceito. E fãs de empresas, assim como fãs de Star Wars ou de Harry Potter, sentem-se motivados a fazer parte desse universo, aproximando-se dele e compartilhando com outros fãs suas opiniões a respeito. Hoje em dia, a isso dá-se o nome de engajamento, algo que promove interação entre clientes e empresas, torna uma marca admirada e passível de ser recomendada a outras pessoas, estimula as pessoas a darem suas opiniões verdadeiras sobre o que pensam a respeito de algo que está inserido naquele universo.

Mas, para que alguém se torne fã de uma história, é preciso que essa seja uma boa história, uma narrativa impactante. Cada empresa tem que contar uma história original, só dela. É preciso encontrar “a” história,  que vai sustentar todo o resto, que vai criar identidade e deixar uma marca. E, o mais importante, é preciso contá-la do jeito certo. Às vezes, são histórias de produtos ou serviços; às vezes são histórias de pessoas; às vezes são narrativas sobre filosofia, conceitos e ideais (os velhos e repisados “visão, missão e valores”).

 A Apple conta uma história de inovação, de produtos criados com um conceito específico. A Sodiê Doces conta a história de superação da sua fundadora.  E a sua? Qual a história da sua empresa que a torna única, diferente de todo o resto? Mande um email para mim e conte: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

O que os líderes deveriam aprender com MasterChef Júnior

Depois de duas temporadas de muito sucesso do reality show de culinária MasterChef, a Band colocou no ar a versão “júnior” do programa, uma competição entre crianças de 9 a 13 anos.

Quem acha que se trata apenas de uma versão “mini” da competição original engana-se. O formato parece o mesmo, mas a essência é outra. Logo na abertura, uma das juradas, a chef Paola Carosella, aconselha os competidores mirins a, mais que competirem, aprenderem. Ela vai além, ao inclui-se e dizer “um ganha o troféu, mas todos ganhamos uma experiência de vida”.

Ainda que o mercado, o universo do trabalho e dos negócios seja inevitavelmente competitivo – como não deixa de ser o programa de TV para as crianças que dele participam – cada líder e cada gestor deveria aplicar esse conselho simples (mas não pueril) ao seu ambiente de trabalho, seja ele uma cozinha profissional, um escritório multinacional, uma redação ou uma linha de produção.

Qualquer ambiente de trabalho produz pressões por produção, lucro, resultados. Mas a maneira de lidar com esses aspectos faz toda a diferença. O “fator humano” (as pessoas) pode transformar tudo. A produtividade pode crescer, os lucros podem aumentar, os resultados podem melhorar.

Muito diferente da versão adulta do programa – cheia de gritos, pressão e uma edição propositalmente tensa –, durante a realização das provas, a versão mirim do programa os jurados se preocupavam em manter os competidores calmos e focados na entrega do resultado. Eles buscavam soluções conjuntas, propunham saídas: algo natural na troca de experiência entre quem sabe mais (o líder/gestor) e uma equipe cujo gestor quer ver vencedora.

No momento de provar as receitas das crianças (o que no mundo empresarial chamamos de feedback), mais uma lição que vai além da cozinha e extrapola o reality da TV, porque pode ser aplicada à realidade da vida prática. Em vez de destacarem os defeitos e os problemas de cada prato, os jurados tinham, a princípio, sempre uma palavra afável e gentil para cada competidor.

As críticas eram feitas. A falta de sal, o ponto errado do alimento foram destacados. Mas nunca de maneira agressiva. A delicadeza imperava nos gestos e discursos. A edição do programa mostrava os jurados impressionados com o foco e a maturidade das crianças ao cozinhar. Não é para menos: em um ambiente amigável, tudo flui melhor.

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