O cliente único

Não é raro que, quando alguém procura os serviços da RDA, eu ouça a seguinte pergunta, ainda do outro lado da linha telefônica: “quanto custa?”.

Na verdade, é natural que um cliente queira saber quanto vai investir em um projeto de comunicação. Mas, por outro lado, esse valor envolve tantas variáveis que é muito difícil responder imediatamente.

A questão é que comunicação é um serviço, não um produto de pronta entrega. Para que a comunicação seja eficiente, é preciso fazer um diagnóstico personalizado para cada caso: cada cliente tem necessidades e demandas específicas e nem sempre o que serve para um servirá para outro nos mesmos moldes.

Isso fica ainda mais claro quando as empresas que precisam de um projeto de comunicação são jovens e têm portes pequenos ou médios. Nesses casos, é preciso fazer uma avaliação cuidadosa, para que não haja desperdício de recursos: todo dinheiro é valioso, mas ele tem um impacto ainda maior para empresas que estão começando.  

Por isso, as reuniões iniciais são tão importantes. É por meio delas que entendemos a empresa, o que ela faz, como atua, a quem atende e quais são os aspectos mais sensíveis do negócio.

É a partir disso que será possível realizar um diagnóstico preciso, para que os recursos sejam usados de maneira inteligente e eficiente e para que a empresa atendida também consiga se diferenciar no mercado, em meio à concorrência. Tratar o cliente como um caso único não pode ser apenas um discurso vazio. Precisa ser uma prática diária, um exercício contínuo para tentar fazer sempre o melhor e conquistar os resultados esperados.  

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